quarta-feira, 15 de junho de 2011

Cristãos norte-coreanos fogem de seu país

Nos últimos anos, o governo norte-coreano descobriu que a Tailândia é a porta de saída para muitos norte-coreanos que querem fugir do país e depois receber o reassentamento na vizinha Coreia do Sul. Mesmo que a Tailândia seja distante da península coreana, ela é o mais próximo aliado ao alcance da Coreia do Sul, com quem mantém uma boa política de relacionamento.

“Os primeiros que chegaram aqui pareciam que não tomavam banho há um mês”, disse Sugint Deckhul, que presenciou a chegada de cerca de 3 mil norte-coreanos a seu país.

A viagem para a Tailândia pode levar meses e o caminho está repleto de informantes e extorsões. Ser capturado na China significa ser deportado e, muito provavelmente, executado. Quando não são mortos, acabam em campos de trabalho forçado.

São desertores, como Joseph e sua família, que queriam fugir da Coreia porque passavam fome e não tinham onde buscar ajuda. E, contra todas as expectativas, eles – que estavam ligados a uma rede de cristãos – conseguiram fugir e se abrigar na casa de um casal cristão chinês. Lá eles puderam comer. Joseph relata: “Eu nunca tinha comido carne, nem visto animais como galinha, boi. Eu estava somente acostumado a comer arroz e legumes que meus pais plantavam.”

Além da comida, a família que os hospedou lhes ofereceu algo a mais: Jesus. “Ninguém na Coreia do Norte sabe sobre o cristianismo”, disse ele. “Mas eles me falaram dele e eu fui salvo. Agora percebo quantas vezes Deus nos ajudou.”

Joseph e sua família são um dos muitos exemplos de pessoas ajudadas pela “Underground Railroad”, que auxilia cristãos a fugir da Coreia do Norte e conseguir uma vida melhor em outros países.

Para fugir da Coreia, precisam de muita coragem. Atravessam rios, fronteiras e selvas para conseguir chegar à Tailândia.  Como já dito, muitos chegam desnutridos e fracos, precisando do apoio de outros para se alimentar e se recompor. Depois disso, são deportados para a Coreia do Sul, já que a Coreia do Norte não está aberta para receber pessoas vindas da Tailândia ou de qualquer outro país.

Tradução: Lucas Gregório 


Fonte: Global Post

terça-feira, 14 de junho de 2011

DIA 15 - Mianmar (27º) - Violação de direitos humanos

 O estado de Rakhine, oeste de Mianmar, é o lar dos muçulmanos rohingya. Este povo sofreu por muitos anos sob a opressão e violação dos direitos humanos por parte do regime militar. Os cristãos entre eles sofreram o dobro por ter abandonado o islamismo. Peça a Deus que sua graça os sustente.

Missionários reinauguram sala de aula no Mali

O PEPE, programa socioeducativo, de Mounzou, no Mali, ganhou uma nova sala de aula, já que a anterior, com apenas 3 meses de uso, destruída no ano passado por um temporal que atingiu a região. A inauguração ocorreu no último dia 4. Foi um dia muito especial, de louvor e gratidão a Deus por mais um sonho realizado.


Após algumas dificuldades, a equipe de jovens Radicais – Voluntários Sem Fronteiras –e a missionária Veralúcia Ferreira, além da integrante da coordenação do Projeto Radical, Érica Lopes, tiveram o privilégio de contemplar a obra finalizada.
A cerimônia contou com a participação do conselho da comunidade, do diretor da escola de Mounzou, da comissão que ficará responsável pela escola após a partida dos Radicais, além de vários pastores, amigos missionários, alunos e seus responsáveis.
Dentre os testemunhos, um que muito impactou os missionários de Missões Mundiais e todos os presentes foi o do diretor da escola. Ele disse que várias vezes chegava à janela da sala de aula e os alunos achavam que ele só estava passando para saudá-los. Mas na que verdade ele os observava como pedagogo, e muito se alegrou em ver o desenvolvimento das crianças.


Ele contou ainda que os Radicais que estão sempre em contato com os pequenos às vezes nem percebem muito as mudanças, mas que elas estão crescendo e que ele está muito satisfeito com o trabalho realizado.


Fonte: JMM

Cristãos iraquianos não veem fim para a intolerância religiosa

Um dos líderes, no Iraque, disse que os cristãos do país acreditam “não haver futuro” para eles, mas também não fogem para outros países vizinhos, porque a região vive em uma atmosfera de incerteza política.

Bashar Warda, arcebispo de Erbil (região norte do Iraque), descreveu os conflitos que ocorreram após a morte de Arakan Yacob, um cristão ortodoxo pai de quatro crianças. Yacob foi assassinado a tiros em uma terça-feira, 31 de maio, em uma cidade próxima de Mosul.

Yacob não foi o último a ser morto, em uma série de ataques contra cristãos. Segundo Dom Warda, desde 2002 mais de 570 cristãos foram mortos por violência política motivada pela religião. Em entrevista, o arcebispo Warda disse que, desde a morte de Yacob, muitos fiéis querem sair do país.

Mas a saída do país se tornou mais difícil, pois os países vizinhos, Síria e Turquia, vivem em clima de incerteza e fortes crises políticas. Ambos os países já haviam providenciado templos para os cristãos, que fugiam do Iraque desde 2003, quando a violência religiosa cresceu vertiginosamente, com a queda do então ditador, Saddam Hussein.

“O último assassinato aumenta ainda mais a visão de que não há futuro para o país. Não importa quantas vezes você diga às pessoas que as coisas estão melhorando. Elas olham ao redor e veem o que realmente está acontecendo.”

O arcebispo não faz segredo sobre os dados de violência no país. Ele apresentou o dado de que, desde 1980, o número de cristãos no Iraque despencou de 1 milhão e 400 mil para a quantidade mínima de 150 mil. Por esse motivo, muitos cristãos iraquianos fogem do país. Ele também disse que, entre 2006 e 2010, 17 sacerdotes iraquianos e dois bispos foram sequestrados, espancados e torturados por seus sequestradores.

Tradução: Lucas Gregório 


Fonte: Aid to Church

segunda-feira, 13 de junho de 2011

DIA 14 Maldivas (6º) - Procura por líderes espirituais

Reunir-se para compartilhar experiências é um desafio para os obreiros da Igreja na Malásia. Muitos deles trabalham sozinhos, isolados de seus companheiros de ministério e de suas igrejas. Lembre-se de orar por encorajamento e proteção.

dip 19 de junho 2011, daqui a

5 Dias

Autoridades reformulam leis para a construção de templos

 Um novo código de construção civil no Egito é visto pelos muçulmanos e pelos ativistas cristãos como um passo importante para o fim da violência religiosa e o respeito pelos direitos humanos no país.

Durante os últimos meses, muitos cristãos organizaram um protesto em frente à sede da TV estatal Maspero, no Cairo, após a violência sectária que explodiu em Imbaba. O governo prometeu, dia 12 de maio, que em 30 dias resolveria os problemas.

Ismail, membro da Irmandade Muçulmana, e outros egípcios muçulmanos, arquivaram uma queixa contra o primeiro-ministro, Essam Sharaf, acusando-o de elaborar uma lei que “não respeita a Constituição e as medidas de justiça defendidas pela Sharia (lei)”. Isso é um fato relevante, pois o Egito é um estado islâmico.

“Como podemos autorizar a construção de templos com base na distância (uma igreja ou mesquita por quilômetro quadrado, no máximo, de acordo com o novo projeto), enquanto os direitos humanos utilizam para isso a taxa populacional?”, questionou Ismail em sua reclamação.

“Em áreas de população elevada, uma mesquita por quilômetro quadrado não é suficiente para orações e isso significa que os mulçumanos acabarão orando na rua,” disse Ismail.

Da mesma forma, os cristãos parecem também não estar felizes com muitos artigos do projeto de lei, mas por razões diferentes. Serba Moun, padre da Igreja Imbaba, local de violência recente, descreveu-a como “uma lei complicada e não unificada.” De acordo com Moun, a lei ainda derruba as muitas barreiras que existem para a construção de igrejas.

De acordo com o projeto de lei, os governadores terão o direito de dar a licença para estabelecimentos e também de autorizar a demolição ou a manutenção de toda casa ou templo da região. Todos os pedidos que não receberem uma resposta dentro do prazo determinado serão considerados aprovados.

Tradução: Lucas Gregório 


Fonte: Ahram News