segunda-feira, 21 de maio de 2012

Terça-feira, 22 de maio, Turquia (31º)

Ore pelo encorajamento dos cristãos em Malatya. Em fevereiro de 2012, oficiais da região demoliram três edifícios em um cemitério, o que traumatizou os cristãos.

domingo, 20 de maio de 2012

Domingo, 20 de maio, Cazaquistão (45º)

Ore por Aleksei Asetov, líder de uma igreja batista não registrada em Ekibastuz, região de Pavlodar, no leste do Cazaquistão. Em 8 de fevereiro de 2012, Asetov foi multado em 485.400 Tenges (equivalente a 2.486 Euros ou 3.273 Dólares) por liderar uma pequena congregação que se reúne em sua casa. O juiz que o sentenciou também baniu a congregação. Foi a primeira vez que a justiça usou a nova legislação de 2011 em uma sentença envolvendo um cristão.

Cristão, condenado injustamente, perde a guarda dos filhos e seus bens materiais


Tamirat Woldegorgis saiu da prisão em Jijiga no dia 25 de abril, depois de passar quase dois anos sob custódia, em uma pequena cela, com 50 outros presos. Tamirat ficou com uma perna paralisada.
Cristão, condenado injustamente, perde a guarda dos filhos e seus bens materiais"Eu tentei localizar meus filhos, mas meu esforço foi em vão", disse Tamirat ao Compass. "Minha vida está arruinada - Perdi minha casa, meus filhos, minha saúde. Agora estou sem casa, e eu estou coxo".
Os muçulmanos de sua aldeia, Hagarmariam, podem ter levado seus filhos para desencorajá-lo a retornar à região, disse Tamirat, atualmente morando com um amigo em uma cidade não revelada. Membro da Igreja do Evangelho Pleno, Tamirat foi preso em agosto de 2010, depois que seu colega de trabalho e sócio muçulmano descobriu a inscrição "Jesus é o Senhor" em um pedaço de pano que pertencia a Tamirat, disseram os cristãos da região.
Depois seu sócio o acusou de escrever "Jesus é o Senhor" em uma cópia do Alcorão, embora nenhuma evidência disso tenha sido encontrada. Irritados os xeiques das mesquitas da região prenderam Tamirat por profanar o Alcorão. Segundo as fontes, os muçulmanos também o acusaram de escrever "Jesus é o Senhor" em um pedaço de madeira, em um microônibus e, em seguida, na parede de uma casa.
Tamirat foi condenado a três anos de prisão em 18 de novembro de 2010, e, eventualmente, ele foi transferido para uma prisão em Jijiga, capital da Zona Cinco Somáli, que é dirigida segundo os princípios islâmicos. O sistema das administrações estaduais da Etiópia é em grande parte autônomo, a maioria dos cargos no governo da Zona Cinco Somali é ocupada por muçulmanos.
A população da Etiópia é composta de muçulmanos 34,1% e cristãos 60,7%, de acordo com a organização Operação Mundo. Não é permitido pregar outras religiões na Zona Cinco, apesar da constitução da Etiópia “defender” a liberdade religiosa. A hostilidade contra outras religiões tem se espalhado e se tornado, cada vez mais, comum nas áreas predominantemente muçulmanas da Etiópia e de países vizinhos. Os cristãos, muitas vezes estão sujeitos a assédio e intimidação.
Enquanto Tamirat estava na prisão, as autoridades tentaram convencê-lo a negar sua fé e tornar-se muçulmano, mas em todas as tentativas ele se recusou, disse ele.
"A vida na prisão Jijiga foi muito dura", disse Tamirat. "Cerca de 50 prisioneiros ficavam trancados em uma pequena cela. Foi realmente muito difícil. Sobreviver a uma prisão dura como esta só é possivel pela graça de Deus. Enquanto estive lá, alguns dos detentos morreram".
Somente por duas ocasiões me autorizaram receber visitas na prisão, disse ele. Um advogado o visitou alguns meses antes de sua libertação, mas isso depois de cumprir pouco menos de dois anos da sentença. Ao ser liberado da prisão, Tamirat não recebeu seus documentos oficiais - o cartão de identificação nacional e a carta de liberação – fato que indica a falta de evidências que justifiquem sua prisão.
Quando ele chegou em casa, descobriu que os muçulmanos haviam invadido suas terras e parcialmente demolido sua casa. Não havia nenhum sinal do paradeiro de seus filhos.
Ele escreveu uma carta para a polícia de Moyale reclamando da ocupação de sua casa, mas até o momento não recebeu nenhuma resposta.
Tamirat começou a receber mensagens ameaçadoras logo após seu retorno. "Nós não queremos te ver por aqui", dizia uma das frazes. "Você corre risco de perder a vida". Então ele fugiu para a casa de um amigo cristão.
Zamatar Abdi, um oficial de Moyale, disse ter comprado o terreno onde está localizada sua casa, disse Tamirat. Uma máquina de costura de 225 dólares americanos e todos os utensílios domésticos desapareceram. A casa está parcialmente demolida e, inabitável, disse ele.
Tamirat espera reencontrar seus filhos, e que suas queixas e ações judicais, para recuperar seus bens, sejam levadas em consideração.
Pedidos de oração
• Ore para que Tamirat consiga reconstruir sua vida ao lado de seus filhos.
• Peça para que mesmo em meio às dificuldades, Tamirat não desista de servir a Deus.
• Peça a Deus que proteja os cristãos que moram nas regiões de maioria muçulmana da Etiópia.

FontePortas Abertas
TraduçãoMarcelo Peixoto

20 mai 2012 - Cazaquistão (45º)

Ore por Aleksei Asetov, líder de uma igreja batista não registrada em Ekibastuz, região de Pavlodar, no leste do Cazaquistão. Em 8 de fevereiro de 2012, Asetov foi multado em 485.400 Tenges (equivalente a 2.486 Euros ou 3.273 Dólares) por liderar uma pequena congregação que se reúne em sua casa. O juiz que o sentenciou também baniu a congregação. Foi a primeira vez que a justiça usou a nova legislação de 2011 em uma sentença envolvendo um cristão.

sábado, 19 de maio de 2012

19 mai 2012 Afeganistão

Ore pela permanência dos cristãos afegãos na fé. Todos eles têm de enfrentar o controle total da família. Eles também têm de enfrentar as pressões para desistirem da nova fé. Ore para que o Senhor lhes dê suporte nesse sentido.

YOUCEF NADARKHANI ESCREVE CARTA PARA OS QUE O APOIAM, EXPRESSANDO PERSEVERANÇA E FÉ EM DEUS


“Saudações de seu servo e irmão mais novo em Cristo, Youcef Nadarkhani.
Para: todos os que estão preocupados com minha situação atual.
Primeiramente, gostaria de informar a todos os meus amados irmãos e irmãs que estou em perfeita saúde na carne e no espírito. E que, nesses dias, tento fazer uma abordagem um pouco diferente das outras pessoas, considerando-os como teste e prova da minha fé. Dias, em que tem sido difícil provar lealdade e sinceridade para com Deus; estou tentando fazer o melhor que está ao meu alcance, para permanecer  firme naquilo que aprendi dos mandamentos de Deus.
Youcef Nadarkhani escreve carta para os que o apoiam, expressando perseverança e fé em Deus Preciso lembrar aos meus amados que, embora minha provação esteja sendo longa e, na carne; desejando eu que esses dias acabem, contudo, tenho me rendido à vontade de Deus.
Não sou um político nem sei nada sobre cumplicidade política, mas sei que, enquanto há muitas coisas, em comum, entre culturas diferentes, há também diferenças entre essas culturas ao redor do mundo que podem resultar em crítica. E, na maioria das vezes, a resposta a essas críticas é áspera e consequentemente prolonga nossos problemas.
De vez em quando, sou informado sobre notícias que se espalham na mídia sobre minha situação atual, como por exemplo, ser apoiado por várias igrejas e por políticos famosos que têm pedido minha libertação ou campanhas e atividades de direitos humanos que ocorrem contra as acusações que me são imputadas. Acredito que esse tipo de atividade pode ser útil a fim de alcançar a liberdade e que respeitar os direitos humanos de forma correta pode trazer resultados positivos.
Estimo a todos aqueles que tentam alcançar essa meta. Mas, por outro lado, gostaria de expressar minha discordância com as atividades insultantes que causam estresse e problemas que, infelizmente, são feitas com a justificativa (desculpa) de defesa dos direitos humanos e da liberdade, pois os resultados são tão claros e óbvios para mim.
Procuro ser humilde e obediente àqueles que exercem poder, busco obedecer aos que exercem autoridade concedida por Deus, aos funcionários do governo de meu país; oro para que eles governem o país de acordo com a vontade de Deus e sejam bem sucedidos nisso. Sei que dessa forma tenho honrado a Palavra de Deus e me tornado um com eles, aqueles que estão na mesma situação que eu.
Eles nunca tiveram nenhuma queixa, mas que o poder de Deus se manifeste em suas vidas e, embora algumas vezes lemos que eles têm usado esse direito para se defenderem, pois têm esse direito, eu tampouco sou uma exceção e tenho usado todas as possibilidades, aguardando o resultado final.
Então, peço a todos os amados que orem por mim como diz a santa Palavra. No final, espero que minha liberdade seja preparada o mais breve possível, enquanto as autoridades de meu país a preparam com livre arbítrio, de acordo com suas leis e mandamentos pelos quais são responsáveis.
Que a graça e a misericórdia de Deus estejam sobre vocês agora e para sempre. Amém”.
Youcef Nadarkhani
FonteThe Christian Post
TraduçãoMarcelo Peixoto

Youcef Nadarkhani escreve carta para os que o apoiam, expressando perseverança e fé em Deus


“Saudações de seu servo e irmão mais novo em Cristo, Youcef Nadarkhani.
Para: todos os que estão preocupados com minha situação atual.
Primeiramente, gostaria de informar a todos os meus amados irmãos e irmãs que estou em perfeita saúde na carne e no espírito. E que, nesses dias, tento fazer uma abordagem um pouco diferente das outras pessoas, considerando-os como teste e prova da minha fé. Dias, em que tem sido difícil provar lealdade e sinceridade para com Deus; estou tentando fazer o melhor que está ao meu alcance, para permanecer  firme naquilo que aprendi dos mandamentos de Deus.
Youcef Nadarkhani escreve carta para os que o apoiam, expressando perseverança e fé em Deus Preciso lembrar aos meus amados que, embora minha provação esteja sendo longa e, na carne; desejando eu que esses dias acabem, contudo, tenho me rendido à vontade de Deus.
Não sou um político nem sei nada sobre cumplicidade política, mas sei que, enquanto há muitas coisas, em comum, entre culturas diferentes, há também diferenças entre essas culturas ao redor do mundo que podem resultar em crítica. E, na maioria das vezes, a resposta a essas críticas é áspera e consequentemente prolonga nossos problemas.
De vez em quando, sou informado sobre notícias que se espalham na mídia sobre minha situação atual, como por exemplo, ser apoiado por várias igrejas e por políticos famosos que têm pedido minha libertação ou campanhas e atividades de direitos humanos que ocorrem contra as acusações que me são imputadas. Acredito que esse tipo de atividade pode ser útil a fim de alcançar a liberdade e que respeitar os direitos humanos de forma correta pode trazer resultados positivos.
Estimo a todos aqueles que tentam alcançar essa meta. Mas, por outro lado, gostaria de expressar minha discordância com as atividades insultantes que causam estresse e problemas que, infelizmente, são feitas com a justificativa (desculpa) de defesa dos direitos humanos e da liberdade, pois os resultados são tão claros e óbvios para mim.
Procuro ser humilde e obediente àqueles que exercem poder, busco obedecer aos que exercem autoridade concedida por Deus, aos funcionários do governo de meu país; oro para que eles governem o país de acordo com a vontade de Deus e sejam bem sucedidos nisso. Sei que dessa forma tenho honrado a Palavra de Deus e me tornado um com eles, aqueles que estão na mesma situação que eu.
Eles nunca tiveram nenhuma queixa, mas que o poder de Deus se manifeste em suas vidas e, embora algumas vezes lemos que eles têm usado esse direito para se defenderem, pois têm esse direito, eu tampouco sou uma exceção e tenho usado todas as possibilidades, aguardando o resultado final.
Então, peço a todos os amados que orem por mim como diz a santa Palavra. No final, espero que minha liberdade seja preparada o mais breve possível, enquanto as autoridades de meu país a preparam com livre arbítrio, de acordo com suas leis e mandamentos pelos quais são responsáveis.
Que a graça e a misericórdia de Deus estejam sobre vocês agora e para sempre. Amém”.
Youcef Nadarkhani
FonteThe Christian Post
TraduçãoMarcelo Peixoto